sexta-feira, 29 de junho de 2012

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Canções


Cançaõ do Colégio Militar do Rio de Janeiro


Somos, jovens, destemidos

E vibramos: a marchar

Os alunos sempre unidos

Do COLÉGIO MILITAR

Nossa luta nos ensina

A vencer, a ter pujança,

E lutamos, só domina

Nosso peito a esperança

Companheiros leais, trabalhemos

E faremos

Num esforço, vibrante, febril

Desta casa que amamos, um templo

Um exemplo

Grandioso de amor ao Brasil!

Aqui Pátria, nós sabemos

Quanto és grande em terra e mar;

Teu valor nós aprendemos

Aprendemos a só te amar!

Nosso culto é o mesmo, agora;

Que o dos nossos pais e avós,

E alguém que mais te adora!

Não te adora mais que nós!

Companheiros leais, trabalhemos

E faremos

Num esforço, vibrante, febril

Desta casa que amamos, um templo

Um exemplo

Grandioso de amor ao Brasil!

Prossigamos na Porfia

Estudemos a valer

Com denodo e alegria

A cumprir nosso dever

Mais um dia o pranto há de

Nossos olhos inundar

Ao chorarmos a saudade

Do COLÉGIO MILITAR

Companheiros leais, trabalhemos

E faremos

Num esforço, vibrante, febril

Desta casa que amamos, um templo

Um exemplo

Grandioso de amor ao Brasil!



HINO NACIONAL BRASILEIRO

Música: Francisco Manuel da Silva (1795-1865)
Versos: Joaquim Osório Duque Estrada (1870-1927)



I

Ouviram do Ipiranga às margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.

Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó Pátria amada
Idolatrada
Salve! Salve!

Brasil um sonho intenso, um raio vívido,
De amor e de esperança à terra desce
Se em teu formoso céu risonho e límpido
A imagem do Cruzeiro resplandece

Gigante pela própria natureza
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza,

Terra adorada!
Entre outras mil
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada

Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada
Brasil!

II

Deitado eternamente em berço esplêndido,
ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!

Do que a terra mais garrida

Teus risonhos lindos campos tem mais flores,
"Nossos bosques tem mais vida"
"Nossa vida" no teu seio "mais amores"

Ó Pátria amada
Idolatrada
Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
- paz no futuro e glória no passado -

Mas se ergues da justiça a clava forte,

Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte,

Terra adorada!
Entre outras mil
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada

Dos filhos deste solo és mãe gentil

Pátria amada
Brasil!


CANÇÃO DO EXÉRCITO

Letra: Ten Cel Alberto Augusto Martins
Música: T. de Magalhães



Nós somos da Pátria a guarda,
Fiéis soldados,
Por ela amados.
Nas cores de nossa farda
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória.
Em nosso valor se encerra
Toda a esperança
Que um povo alcança.
Quando altiva for a Terra
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória.


A paz queremos com fervor,
A guerra só nos causa dor.
Porém, se a Pátria amada
For um dia ultrajada
Lutaremos sem temor.


Como é sublime
Saber amar,
Com a alma adorar
A terra onde se nasce!
Amor febril
Pelo Brasil
No coração
Nosso que passe.


E quando a nação querida,
Frente ao inimigo,
Correr perigo,
Se dermos por ela a vida
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória.


Assim ao Brasil faremos
Oferta igual
De amor filial.
E a ti, Pátria, salvaremos!
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória.


A paz queremos com fervor, etc.


HINO À BANDEIRA

Music: Francisco Braga (1868-1945)
Versos: Olavo Bilac (1865-1918)





Salve lindo pendão da esperança,
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz

Recebe o afeto que se encerra,
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra
Da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul...

Recebe o afeto...

Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amados,
poderoso e feliz há de ser

Recebe o afeto...

Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor.

Recebe o afeto...



HINO DA INDEPENDÊNCIA

Música: D. Pedro I (1798-1834)
Versos: Evaristo da Veiga (1799-1837)





Já podeis da Pátria filhos
Ver contente a mãe gentil,
Já raiou a liberdade,
No horizonte do Brasil

Brava gente, brasileira,
Longe vá temor servil,
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil

Os grilhões que nos forjava,
Da perfídia astuto ardil,
Houve mão mais poderosa
Zombou deles o Brasil

Brava gente, ...

Não temais ímpias falanges
Que apresentam face hostil
Vossos peitos, vossos braços,
São muralhas do Brasil

Brava gente, ...

Parabéns, ó Brasileiros!
Já com garbo juvenil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil

Brava gente,




HINO A CAXIAS

Letra: Francisco de Paulo Gomes
Música: D Aquino Correia




Sobre a história da Pátria, ó Caxias,
Quando a guerra troveja minaz,
O esplendor do teu gládio irradias,
Como um íris de glória e de paz.

Salve, Duque Glorioso e sagrado
Ó Caxias invicto e gentil!
Salve, flor de estadista e soldado!
Salve, herói militar do Brasil.

Foste o alferes, que guiando, na frente,
O novel pavilhão nacional,
Só no Deus dos exércitos crente,
Coroaste-o de louro imortal!

Salve, Duque Glorioso e sagrado
Ó Caxias invicto e gentil!
Salve, flor de estadista e soldado!
Salve, herói militar do Brasil.

De vitória em vitória, traçaste
Essa grande odisséia, que vai
Das revoltas que aqui dominaste,
Às jornadas do atroz Paraguai.

Salve, Duque Glorioso e sagrado
Ó Caxias invicto e gentil!
Salve, flor de estadista e soldado!
Salve, herói militar do Brasil.

Do teu gládio sem par, forte e brando,
O arco de ouro da paz se forjou,
Que as províncias do Império estreitando
À unidade da Pátria salvou.

Salve, Duque Glorioso e sagrado
Ó Caxias invicto e gentil!
Salve, flor de estadista e soldado!
Salve, herói militar do Brasil.

Em teu nome ó Caxias, se encerra
Todo ideal do Brasil militar:
Uma espada tão brava na guerra,
Que fecunda na paz a brilhar!

Salve, Duque Glorioso e sagrado
Ó Caxias invicto e gentil!
Salve, flor de estadista e soldado!
Salve, herói militar do Brasil.

Tu, que foste, qual fiel condestável,
Do dever e da lei o campeão
Sê o indígete sacro o inviolável,
Que hoje inspire e proteja a Nação!

Salve, Duque Glorioso e sagrado
Ó Caxias invicto e gentil!
Salve, flor de estadista e soldado!
Salve, herói militar do Brasil.




HINO DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

Música: Leopoldo Miguez (1850-1902)
Versos: Medeiros e Albuquerque (1867-1934)



Seja um pálio de luz desdobrado,
Sob a larga amplidão destes céus
Este canto rebel que o passado
Vem remir dos mais torpes labéus.
Seja um hino de glória que fale,
De esperança de um novo porvir,
Com visões de triunfos embale
Quem por ele lutando surgir.

Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós
Das lutas, na tempestade
Dá que ouçamos tua voz.

Nós nem cremos que escravos outrora,
Tenha havido em tão nobre país
Hoje o rubro lampejo da aurora,
Acha irmãos, não tiranos hostis.
Somos todos iguais, ao futuro
Saberemos unidos levar,
Nosso augusto estandarte, que puro,
Brilha avante, da Pátria no altar.

Liberdade! etc...

Se é mistér de peitos valentes,
Haja sangue em nosso pendão,
Sangue vivo do herói Tiradentes,
Batizou este audaz pavilhão.
Mensageiro de paz, paz queremos,
E de amor nossa força e poder
Mas da guerra nos transes supremos,
Heis de vernos lutar e vencer.

Liberdade! etc...

Do Ipiranga é preciso que o brado,
Seja um grito soberbo de fé,
O Brasil já surgiu libertado,
Sobre as púrpuras régias de pé.
Eia pois, brasileiros, avante!
Verde louros colhamos louçãos,
Seja o nosso país triunfante,
Livre terra de livres irmãos!

Liberdade! etc...



GRITO DE GUERRA DOS COLÉGIOS MILITARES


-E ao colégio nada?

Tudo!

-Então, como é, como é que é?

Zum, Zaravalho,

Opum, Zarapim, Zoqué,

Oqué qué, Oqué qué, Zum!

Pinguelim, pinguelim, pinguelim,

Zunga, zunga, zunga,

Catimaribau, catimaribau,

Exau, exau,

COLÉGIO!




CANÇÃO DA INFANTARIA

Hildo Rangel/Thiers Cardoso



Nós somos estes infantes
Cujos peitos amantes,
Nunca temem lutar,
Vivemos, morremos,
Para o Brasil nós consagrar !


Nós, peitos nunca vencidos
De valor desmedidos,
No fragor da disputa,
Mostremos
Que em nossa pátria temos,
Valor imenso
No intenso da luta.

(Início do estribilho)
És a nobre Infantaria,

Das armas a rainha,
Por ti daria
A vida minha,
E a glória prometida,
Nos campos de batalha,
Está contigo
Ante o inimigo
Pelo fogo da metralha !
És a eterna majestade,
Das linhas combatentes
Es a entidade,
Dos mais valentes.
Quando o toque da vitória
Marcar nossa alegria
Eu cantarei,
Eu gritarei,
És a nobre Infantaria !

(Fim do estribilho)

Brasil, dar-te-ei com amor,
Toda seiva e vigor,
Quem em meu peito se encerra,
Fuzil ! Servil !
Meu nobre amigo para guerra !
Ó meu amado pendão,
Sagrado pavilhão,
Que a glória conduz,
Com luz, sublime,
Amor se exprime
Se do alto me falas,
Todo roto por balas!

Estribilho



CANÇÃO DA CAVALARIA

Teófilo Ottoni da Fonseca



Arma ligeira que transpõe os montes,
Caudais profundos, com ardor e glória,
Estrela guia em negros horizontes
Pelo caminho da luta e da vitória.

(Início do estribilho)
Cavalaria..., Cavalaria

Tu és na guerra a nossa estrela guia!
(Fim do estribilho)



Arma de tradição que o peito embala
Cuja história é de luz e de fulgor
Pelo choque, na carga, ela avassala
E ao inimigo impõe o seu valor.

Estribilho

Montado sobre o dorso deste amigo,
O cavalo que altivo nos conduz,
Levamo-lo também para o perigo,
Para lutar conosco sobre a cruz.

Estribilho



De Andrade Neves e Osório, o legendário,
E de outros heróis que honram a nossa história,
Evocamos o valor extraordinário
Pelo Brasil a nossa maior glória.

Estribilho


CANÇÃO DA ARTILHARIA

Jorge Pinheiro



Eu sou a poderosa Artilharia
Que na luta se impõe pela metralha,
A missão das outras armas auxilia
E prepara o campo de batalha
Com seus tiros de tempo e percussão (BIS)
As fileiras inimigas levo a morte e a confusão.
Se montada, sou par da Infantaria,
Nos combates, nas marchas, na vitória !
A cavalo acompanho a Cavalaria,
Nos contatos, nas cargas e na glória
Com rajadas de fogo surpreender (BIS)
As vanguardas inimigas e depois retroceder.
Quer de costa, antiaérea ou de campanha
Eu domino no ar, no mar, na terra,
Quer no forte, no campo ou na montanha,
Vibra mais no canhão, a voz da guerra,
Da batalha sinistra a melodia (BIS)
É mais alta na garganta da Pesada Artilharia.
Se é mister um esforço derradeiro
Em fazer do seu corpo uma trincheira,
Abraçado ao canhão morre o artilheiro
Em defesa da pátria e da Bandeira.
O mais alto valor de uma nação (BIS)
Vibra n'alma do soldado, ruge n'alma do canhão.
Hurra ! ... Hurra !... Hurra !...


CANÇÃO DA ENGENHARIA

Aurélio de Lyra Tavares/Hildo Rangel



Quer na paz, quer na guerra, a Engenharia
Fulgura, sobranceira, em nossa história
Arma sempre presente, apoia e guia
As outras Armas todas à vitória.
Nobre, indômita, heróica e secular,
Audaz, na guerra, ao enfrentar a morte,
Na paz, luta e trabalha, sem cessar,
Pioneira brava de um Brasil mais forte.

(Início do estribilho)

O castelo lendário, da Arma azul-turquesa,
Que a tropa ostenta, a desfilar, com galhardia
É um escudo de luta, é o brasão da grandeza
E da glória sem fim, com que forja a defesa
E é esteio, do Brasil a Engenharia.

(Fim do estribilho)



Face aos rios ou minas, que o inimigo
Mantém, sob seu fogo, abre o engenheiro
A frente para o ataque e, ante o perigo,
Muitas vezes, dos bravos é o primeiro.
Lança pontes e estradas, nunca falha
E em luta as suas glórias ressuscita,
Honrando, em todo o campo de batalha,
As tradições de Vilagran Cabrita.

Estribilho



CANÇÃO DAS COMUNICAÇÕES

Aloísio Pereira Pires/Abdon Lyra



Pelas estradas sem fim,
ou pelo campo caminha a Glória.
Os nossos fios, as nossas antenas
transmitem essas vitórias.
Quando soa a metralha
ou o ronco dos canhões
Nos céus da Pátria ecoa
teu nome comunicações.

(Início do estribilho)
E quando a vitória vier
Alguém falará no porvir:
Na paz, assim como na guerra
Teu lema é sempre servir.
(Fim do estribilho)


Dentro das noites escuras
o teu trabalho silente será.
E nessa mudez somente a bravura
ao teu lado caminhará
Sempre estarás na vanguarda
e cumprirás do Comando as missões,
Com o nome de Rondon,
pulsando em nossos corações.

Estribilho


CANÇÃO DA INTENDÊNCIA

Autor Desconhecido



Companheiros, nos combates não esqueçamos
Que o Brasil nos delegou grande missão
Sem temor a ela assim nos dedicamos
Dando à tropa equipamento e provisão.

(Início do estribilho)

Pela glória do Brasil tudo faremos,

Das granadas o fragor não nos aterra,
Somos fortes e o inimigo venceremos
P'ra manter a tradição de nossa terra.

(Fim do estribilho)

Na Academia, nossa formação querida,
Bittencourt, nosso patrono, e vós Caxias
Sois exemplos que seguimos toda vida
P`ra grandeza do Brasil em nossos dias.

Estribilho

De norte a sul, sob o sol rijo a brilhar.
Ou bem longe desta terra varonil,
Marcharemos nos comboios a cantar
Nossos feitos de soldados do Brasil.

Estribilho


CANÇÃO DO MATERIAL BÉLICO

José dos Santos Rodrigues





Nos paióis, nas oficinas
Enfrentando ardis e minas
Porfiaremos de alma forte,
Com denodo e valentia.
Noite e dia sem cessar,
Cumpriremos nosso dever,
Pouco importa vida ou morte,
Nosso intuito é vencer.



(Início do estribilho)
Na paz o progresso
Na guerra, a vitória
Construir a grandeza
Lutar pela glória
Da pátria com ardor
Com arrojo e bravura.
(Fim do estribilho)



Com esforço de gigante,
Seguiremos sempre avante,
Sem temer treva ou metralha,
Cumpriremos a missão.
Apoiando a vanguarda,
Quer no ataque ou na defesa,
Do triunfo na batalha,
Levaremos a certeza.

Estribilho



CANÇÃO DA ACADEMIA MILITAR DAS AGULHAS NEGRAS

Autor: Cad Antonio Pádua Vieira da Costa


Academia Militar,

Heróis a lutar

por um Brasil melhor

na paz como na guerra,

honrando as tradições da nossa terra

Cadete, do Brasil,

conduz o teu fuzil,

ao lado do canhão,

a par da Engenharia

da Intendência e da Cavalaria

Material Bélico e Comunicações

Somos a esperança,

de um Brasil inteligente ,

liderança do continente

Irmãos brasileiros,

formai entre nós,

brasileiros, sois todos vós

Amor ao Brasil,

Amor à bandeira,

seja o lema

Da mocidade brasileira




HINO DA EPCAR

Tenente R. G. de Breyne

Somos da Escola Preparatória
De Cadetes do Ar,
A nossa glória
É honrar a farda
Nosso lema
É estudar

Estribilho



Escola de Barbacena
Entre montanhas
E o céu de anil
Preparas para o futuro
Os jovens
Do Brasil,
Mais tarde, na Academia
Como pilotos
Na paz ou guerra,
Levaremos bem para o alto
O pendão
De nossa Terra



Nós os alunos da Força Aérea
Com valor, com moral
Sempre lutando
Alcançaremos
Nossa meta
Nosso ideal

Estribilho...


Escola de Barbacena
Entre montanhas
E o céu de anil
Preparas para o futuro
Os jovens
Do Brasil,
Mais tarde, na Academia
Como pilotos
Na paz ou guerra,
Levaremos bem para o alto
O pendão
De nossa Terra



HINO DO COLÉGIO NAVAL

Letra: Júlio de Camargo
Música: Luís Felipe Magalhães



Ao deixarmos com orgulho os nossos lares
Nós dizemos com fé e emoção
A Marinha sempre forte pelos mares
É o desejo de nossos corações

Pela honra de servir à Pátria amada
E por ela viver e lutar
Somos hoje a esperança da Armada
E o futuro da Pátria no Mar.


Colégio Naval!
Esperança da Armada Brasileira
O nosso ideal
É no alto manter nossa Bandeira. Colégio Naval!
Sempre avante com garbo varonil
Daremos nossas vidas
Para a glória do Brasil! Sempre unidos pela Pátria lutaremos
Como Greenhalgh lutou até morrer
O auriverde pavilhão defenderemos
Sempre atentos à lei e ao dever.A Marinha dedicamos nossa mente
Nossa alma e o braço viril,
Porque somos na hora presente
Marinheiros do nosso Brasil.




CANÇÃO DO EXPEDICIONÁRIO

Guilherme de Almeida/ Spartaco Rossi

Você sabe de onde eu venho ?
Venho do morro, do Engenho,
Das selvas, dos cafezais,
Da boa terra do coco,
Da choupana onde um é pouco,
Dois é bom, três é demais.



Venho das praias sedosas,
Das montanhas alterosas,
Do pampa, do seringal,
Das margens crespas dos rios,
Dos verdes mares bravios,
Da minha terra natal.

Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra,
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá!



Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.




Eu venho da minha terra,
Da casa branca da serra
E do luar do meu sertão;
Venho da minha Maria
Cujo nome principia
Na palma da minha mão,



Braços mornos de Moema,
Lábios de mel de Iracema
Estendidos p'ra mim.
Ó minha terra querida
Da Senhora Aparecida
E do Senhor do Bonfim !

Estribilho



Você sabe de onde eu venho ?
E de uma Pátria que eu tenho
No bôjo do meu violão;
Que de viver em meu peito
Foi até tomando jeito
De um enorme coração.



Deixe lá atrás meu terreno,
Meu limão, meu limoeiro,
Meu pé de jacarandá,
Minha casa pequenina
Lá no alto da colina,
Onde canta o sabiá.

Estribilho




Venho do além desse monte
Que ainda azula o horizonte,
Onde o nosso amor nasceu;
Do rancho que tinha ao lado
Um coqueiro que, coitado,
De saudade já morreu.



Venho do verde mais belo,
Do mais dourado amarelo,
Do azul mais cheio de luz,
Cheio de estrelas prateadas
Que se ajoelham deslumbradas,
Fazendo o sinal da Cruz !

Estribilho



FIBRA DE HERÓI

BARROS FILHO e G.PEIXE



Se a Pátria querida
For invadida
Pelo perigo
Na paz ou na guerra,
Defende a terra
Contra o inimigo
Com ânimo forte
Se for preciso
Enfrenta a morte
Afronta se lava
Com fibra de herói
De gente brava

Bandeira do Brasil
Ninguém te manchará
Teu povo varonil
Isso não consentirá,
Bandeira idolatrada
Altiva a tremular onde a liberdade
É mais uma estrela
A brilhar.



CANÇÃO "CISNE BRANCO"


Música: Primeiro-Sargento (Exército Brasileiro) Antonio Manoel do Espírito Santo
Letra: Primeiro-Tenente (Marinha do Brasil) Francisco Dias Ribeiro


Qual cisne branco que em noite de lua
Vai deslizando num lago azul,
O meu navio também flutua
Nos verdes mares de Norte a Sul

Linda galera que em noite apagada
Vai navegando num mar imenso
Nos traz saudades da terra amada
Da pátria minha em que tanto penso


Qual linda garça que aí vai cruzando os ares
Vai navegando
Sob um belo céu de anil
Minha galera
Também vai cruzando os mares
Os verdes mares,
Os mares verdes do Brasil


Quanta alegria nos traz a volta
À nossa Pátria do coração
Dada por finda a derrota
Temos cumprido nossa missão.



(APESAR DE SER A MAIS CANTADA E CONHECIDA CANÇÃO
DA MARINHA DO BRASIL, NÃO É SUA CANÇÃO OFICIAL)

domingo, 25 de dezembro de 2011

Feliz Natal



Amigos,

Todos comemoramos e desejamos um feliz Natal, a todos os amigos e parentes
porem muitas vezes esquecemos-nos de pensar sobre o verdadeiro sentido do

Natal que é o nascimento de Jesus.


Que este Natal seja um momento especial, que Jesus esteja presente em seu
coração. Que as palavras pronunciadas por Ele, possam encontrar lugar em

seu Espírito.


Com a simplicidade, o trabalho a confiança em Deus, essência dos
ensinamentos de Jesus, desejamos que o Natal ganhe um novo significado em

sua vida.


Neste Natal desejo que a "Paz e a Harmonia" encontrem moradia em todos os

corações.


Desejo que o Amor e a Amizade prevaleçam acima de todas as coisas materiais.



Que as Tristezas ou Mágoas sejam banidas dos corações, dando lugar apenas

ao Carinho.


Que a "Dor Física", seja amenizada e que Deus esteja ao lado de todos,

dando muita força, fé e resignação.

Que a Solidão seja Extinta, e no seu lugar se instale a Amizade Verdadeira,

e o Companheirismo.

Que as pessoas procurem olhar mais a sua "Volta", e não tanto para "Si"

mesma.

Que a Humildade e o Respeito residam na Alma e no Coração de todos.

Que saibamos Amar e Respeitar o Próximo como a nós mesmos.


Que o Aniversariante faça seu Natal mais brilhante de alegria e iluminado

de Paz.

Feliz Natal e um Ano Novo cheio de realizações.

Celso Leal e Família

*O verdadeiro amigo é aquele que aparece quando o resto do mundo desaparece.


*Diz uma lenda chinesa que amizades verdadeiras são como árvores de raízes
profundas: nenhuma tempestade consegue arrancar.*

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Confraternização no 6 de maio de 2011







Claudia Lins
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sexta-feira, 25 de março de 2011

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Comandantes do Batalhão Escolar






BATALHÃO COLEGIAL, SENTIDO!

Nota cinco é a média global mínima para se obter a aprovação. Nota final acima de sete é privilégio dos melhores alunos, dos graduados, daqueles considerados “crânios” na comunidade garança. Alcançar a aprovação é um objetivo tenazmente perseguido. O ensino no Colégio Militar do Rio de Janeiro sempre foi exigente, amplo no seu conteúdo transparente, requerendo do aluno muita dedicação, entendimento, organização, persistência e responsabilidade.

Os graduados ostentam com galhardia suas divisas e são reconhecidos pelos seus pares e superiores como excepcionais alunos, destacando-se pela inteligência e comportamento.

O Corpo de Alunos é comandado pelo aluno mais graduado da última série do Ensino Médio. No período de 1892 a 1931, eram comissionados com o posto de Tenente-Coronel do Batalhão Colegial.

A partir de 1932, passaram a alcançar o posto de Coronel - Comandante do Batalhão Colegial. Ingressar num Colégio Militar é a primeira vitória de um jovem estudioso. Concluir o curso é demonstrar capacidade intelectual e noção do dever. Ser graduado é possuir qualidades ímpares com destaque na coletividade. Alcançar o posto de comandante-aluno é prerrogativa dos melhores, dos mais capacitados, dos virtuosos.

A seguir, são relacionados os comandantes-alunos do Colégio Militar do Rio de Janeiro - Casa de Thomaz Coelho:


1880 - 1910
Aluno José Pereira da Graça Couto - 1892 / 1894;
Aluno Milton Torres Cruz – 1895;
Aluno José Pires de Carvalho Albuquerque –1896;
Aluno Egydio Moreira de Castro e Silva - 1897;
Aluno Alonso de Oliveira - 1898;
Aluno João Moreira de Mello Magalhães - 1899;
Aluno Heitor Pires de Carvalho Albuquerque -1900;
Aluno Arthur Silio Portella -1901;
Aluno Sylvio Rangel de Castro -1902;
Aluno André Machado de Azevedo - 1903;
Aluno Décio Vieira de Azevedo Coutinho - 1904;
Aluno Feliciano Mendes de Morais Filho - 1905;
Aluno Jayme Gonçalves Perdigão - 1906;
Aluno Carlos de Andrade Neves - 1907;
Aluno Eurípedes Jacy Monteiro - 1908;
Aluno Djalma Polly Coelho - 1909;
Aluno Henrique Baptista Duffles Teixeira Lott - 1910;


1911 - 1920
Aluno Tristão de Alencar Araripe - 1911;
Aluno Manoel Raposo dos Santos - 1912;
Aluno Alcio Souto - 1913;
Aluno João Valdetaro de Amorim e Mello - 1914;
Aluno Álvaro Prati de Aguiar - 1915;
Aluno Mário Salazar Mendes de Morais - 1916;
Aluno Attila Magno da Silva - 1917;
Aluno Edgard Cunha Franco Ferreira - 1918;
AlunoRenato Ernesto de Amorim Bezerra - 1919
Aluno Armando Rego de Amorim - 1920;;


1921 - 1930

Aluno Ignácio Carneiro de Azambuja – 1921;
Aluno Jarbas Cavalcante de Aragão - 1922;
Aluno Clóvis Salgado Gama - 1923;
Aluno Alberto Pereira de Azevedo - 1924;
Aluno Thiers de Lemos Fleming - 1925;
Aluno Rodrigo Octávio Jordão Ramos – 1926;
Aluno Raymundo Dalcol - 1927;
Aluno Pedro Di Biasi - 1928;
Aluno Helium Celso Frazão Guimarães - 1929;
Aluno José Paiva Coelho – 1930;



1931 - 1940
Aluno Guilherme de Oliveira Figueiredo - 1931;
Aluno Hélio José Ribeiro - 1932;
Aluno Telmo Ramos Ribeiro -1933;
Aluno Roberto Ulhoa Cavalcanti - 1934;
Aluno Lidenor Mello Motta - 1935;
Aluno Humberto Portocarrero - 1936;
Aluno Roberto Caggiano Holl - 1937;
Aluno Gustavo Nilo Romero Bandeira de Mello - 1938;
Aluno Hélio Dorneles de Mello - 1939;
Aluno Enio Evangelista da Trindade - 1940;


1941 - 1950
Aluno Fernando Riff Correia Lima - 1941;
Aluno 445 Jonas de Morais Correia Neto - 1942;
Aluno João Carlos Christoffel -1943;
Aluno Aécio Ronald Gomes da Costa - 1944;
Aluno Cemaruh Gomes Pereira - 1945;
Aluno Hamilton Marincek - 1946;
Aluno Sérgio Augusto Poggi de Aragão - 1947;
Aluno José de Moura Villas Boas - 1948;
Aluno José Carlos Barbosa Moreira - 1949;
Aluno Sérgio Lopes Coutinho - 1950;


1951 - 1960
Aluno Alceu Gonçalves de Pinho Filho - 1951;
Aluno Antonio Jorge da Cruz Schendel - 1952;
Aluno Rogério Lindgren Carneiro - 1953;
Aluno Antonio Paulo Capanema de Souza - 1954;
Aluno Milton José Pinto - 1955;
Aluno Francisco Nilo de Faria - 1956;
Aluno Carlos Sabóia Monte - 1957;
Aluno Sergio Carvalho do Nascimento - 1958;
Aluno Márcio Fortes de Almeida - 1959;
Aluno Roberto Mauro Vieira Villaça - 1960;



1961 - 1970
Aluno Ayrton José Caubit da Silva - 1961;
Aluno Jorge Alonso Ferraço - 1962;
Aluno Antonio Felix Martins Neto - 1963;
Aluno Hélio de Oliveira Portocarrero de Castro -1964;
Aluno João Lauro Dornelles Facó - 1965;
Aluno Cláudio Guilherme Grault Leig - 1966;
Aluno Demilson Carvalho de Freitas - 1967;
Aluno André Francisco Modesto -1968;
Aluno José Paulo do Prado Dieguez - 1969;
Aluno Rodolpho da Costa Vasconcellos - 1970;


1971 - 1980
Aluno Eduardo Cunha da Cunha - 1971;
Aluno Mauro Meirelles de Oliveira Santos - 1972;
Aluno Benjamin Soares de Azevedo Neto - 1973;
Aluno André Luiz Monteiro Regino - 1974;
Aluno Roberto Marcelo Moura dos Santos - 1975;
Aluno Jorge Gusmão da Silva - 1976;
Aluno Nilo Moacyr Penha Ribeiro - 1977;
Aluno Sandro da Silva Fernandes - 1978;
Aluno Marcelo Barbosa Cunha - 1979;
Aluno Fernando Maioli - 1980;

1981 - 1990
Aluno Carlos Eduardo Ramalho - 1981;
Aluno Ricardo Miranda Aversa - 1982;
Aluno Luiz Roberto Cavalcanti Valicente - 1983;
Aluno Marcos Inenbojm - 1984;
Aluno Luiz Felipe Bezerra Almeida Simões - 1985;
Aluno José Eduardo de Oliveira Lobo - 1986;
Aluno Nilo Gonçalves de Souza - 1987;
Aluno Carlos Fernando Vieira Gambôa - 1988;
Aluno Alexandre de Almeida Melniski - 1989;
Aluno Carlos Eduardo França de Araújo - 1990;

1991 - 2000
Aluno Ricardo Rage Ferro - 1991;
Aluno David Fernandes Cruz Moura - 1992;
Aluno Charles Leal - 1993;
Aluno Marcelo Felipe Maia Hor-Meyll Álvares - 1994;
Aluno Jorge Gamenho de Almeida - 1995;
Aluno Carlos Vinícius Soares Cabeleira - 1996;
Aluno Fábio de Oliveira Costa - 1997;
Aluno Rodrigo Molinaro Zacharias - 1998;
Aluno Bruno Elias Pires - 1999;
Aluno Aquileu Saraiva da Silva - 2000;


2001 - 2010
Aluno Paulo Victor das Neves Pacheco - 2001;
Aluno Vinicius da Silva Thiago - 2002;
Aluno Rafael da Silva Pereira - 2003;
Aluno Willian Akerman Gomes- 2004;
Aluna Priscila Alvares dos Prazeres – 2005;
Aluna Mariana Vieira Casanova Monteiro - 2006;
Aluno Pedro Losa Loureiro Valim - 2007;
Aluna Hannah Drummond Davico de Barros - 2008;
Aluno Pedro Ivo Bastos Hespanhol - 2009;
Aluno Guilherme Ferreira Lima Fernandez - 2010.


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Pedidos de um Filho





O que todo pai ou educador deve saber antes de começar a ensinar.


1. Pai, não me dê tudo que peço. Às vezes peço somente para obter, para compensar, para chamar a atenção.
2. Não me dê ordens. Se ao invés de ordens me pedisse as coisas com firmeza e carinho eu as faria rapidamente e com muito mais alegria.
3. Não me faças promessas. Se me prometer um prêmio, dê-me, mas também dê-me o castigo, se prometido.
4. Não me corrija as faltas diante dos outros, ensina-me a ser melhor quando estivermos sozinhos e com o seu exemplo.
5. Não me compare com ninguém, principalmente com meu irmão ou irmã. Se me fizer sentir pior que os outros eu sofrerei muito mais.
6. Não grite comigo. Respeito-o mais quando você fala comigo, e não me faça gritar também.
7. Deixe-me andar com meus próprios pés, ter minhas próprias emoções. Se você fizer tudo por mim, eu jamais terei a alegria de poder aprender.
8. Quando estiver enganado em alguma coisa, admita-o, pois crescerá muito mais a minha estima por você, e isso me ensinará a reconhecer os meus próprios erros.
9. Trate-me com a mesma amabilidade e cordialidade com que trata seus amigos, assim, aprenderei com você o respeito e a amizade.
10. Eu aprendo muito vendo seu comportamento diário diante de tudo. Isso é a base de toda formação do meu futuro caráter. Lembre-se que meus ouvidos escutam melhor a quem admiro mais, você. Então fique atento aos seus atos diante de mim.
11. Quando eu estiver atravessando momentos difíceis, ajude-me. Tente me compreender. Demonstre o seu amor por mim. Gosto de sentir que sou amado. Preciso de segurança para crescer.

Atenda meus pedidos, pois só assim serei capaz de ser feliz.



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